terça-feira, 27 de julho de 2010

Vácuo.

O problema é abafar a dor e as causas dela.

Ser indiferente consigo mesmo...

Não ter piedade da própria alma, renegando a uma vida breve.

Viver assim feito o vento ou um nada, um vazio fácil de encontrar, difícil de vencê-lo.

Não saber onde encontrar palavras, sabedorias ou até mesmo ajuda.

Não é se culpando ou a velha apatia...

É apenas aquela velha angustia de que você está fazendo isso errado...

domingo, 25 de julho de 2010

Novela.

São duas pessoas...

Pessoas com vida diferentes, porem... Com um só objetivo.

O que é isso?

O que acontece por criticarmos pessoas “iguais”?

Queria mesmo entender porque as conclusões são as mesmas...

Independente de qualquer coisa, elas não fogem.

Conclusões de uma vida ou de uma só vontade de não estar em vida.

Planos diferentes e desfechos iguais.

É difícil entender esse grande teatro que é a vida.

Ou talvez, é tão fácil entende-la que buscamos facilmente um fim para essa peça.

Não há pior ou melhor, há dor e sorriso.

Seria fácil ou difícil demais viver nesse teatro se fosse tudo conquistado sem sucesso.

São fins, são começos.

Iguais ou não, a vida é realmente feita para ser vivida e a morte... A morte é o momento mais normal em que passamos. Iguais, sem criticas.

Indiferença, não adianta. Gasto de energia a toa para entender o que é uma vida, desfecho de uma novela ou peça. Vida e morte.

sábado, 24 de julho de 2010

Começo?


Quando crescemos perdemos a noção.

A noção que antes era estabelecida quando tínhamos 7/8 anos.

Em meu ver, sabíamos mais de coisa do que sabemos agora.

Nossa única certeza é que no Domingo iria visitar os avos e no fim da tarde voltar pra casa.

A certeza também tinha que iríamos crescer, mas era crescer apena em idade.

Fazíamos contas com os dedos sempre que passava na TV assim “Daqui a dez anos, ‘fulano’ será solto” e automaticamente, feliz dizíamos “Olha, eu vou está com 17 anos”.

Hoje... Hoje a TV mal pega... Não fazemos contas em dedos e o pior, temos medo.

Quando eu tinha 7 anos, não tinha expectativas (risos)... Eu tento lembrar o que eu queria ser quando crescesse, conclusão, eu nunca quis. Apenas seria o que me dessem.

Hoje apenas sei que ainda continuo como antes, só que tenho metas e saudade de ser criança novamente e fazer que meu final de semana durasse, porque o final de semana de hoje em dia, é tomado por tédio.